
Para os internistas portugueses, a carência de camas de internamento para os doentes que delas necessitam e que afluem ao Serviço de Urgência aumenta bastante no inverno. Começa em dezembro e prolonga-se até ao final de maio. Depois disso, ficamos nos 98% de lotação do costume, sem qualquer capacidade de resposta a um acréscimo do afluxo.
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