
O tratamento de patologias reumáticas inflamatórias sistémicas com fármacos biotecnológicos permitiu que mais doentes atingissem o controlo da doença, o atraso na progressão estrutural e a preservação da função e qualidade de vida. Contudo, o ónus económico da sua utilização representa uma ameaça à sustentabilidade dos sistemas de saúde, sobretudo se aos doentes reumáticos juntarmos os dermatológicos, gastrenterológicos e oncológicos que são tratados com recurso a este tipo de fármacos. Nem médicos nem doentes devem ser alheios a esta questão.
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